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| Fonte: https://biblion.odilo.us/ |
Confira a seguir:
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| Fonte: https://biblion.odilo.us/ |
Confira a seguir:
A Biblioteca Nacional Digital (BND) tem como objetivo oferecer o acesso em linha, universal e gratuito, a conteúdos digitalizados de manuscritos e impressos – sejam livros, publicações periódicas, iconografia, cartografia ou música – das coleções da BNP, da Biblioteca Pública de Évora e, também, pontualmente, da Biblioteca da Ajuda.
Assim, os conteúdos disponibilizados na BND são, maioritariamente, obras do domínio público, isto é, sobre as quais já não recaem direitos de autor e que, por isso, podem ser livremente utilizadas para quaisquer fins, sem necessidade de autorizações. Adicionalmente, a BND pode incluir conteúdos ainda protegidos por direito de autor, estando estes casos devidamente assinalados como tal e disponíveis apenas na rede interna da BNP..
O acesso aos conteúdos da BND pode fazer-se mediante pesquisa no Catálogo Online da BNP ou por navegação nas diferentes coleções, por tipo de documento ou por temas, e nos índices de título, autor ou data de publicação. Na consulta dos objetos digitais, a BND oferece uma série de funcionalidades como selecionar entre vários formatos, fazer download, enviar por email, navegar no sumário ou fazer pesquisa por palavra num documento com reconhecimento ótico de caracteres, etc.
A BND promove e participa na difusão internacional de conteúdos digitais de bibliotecas portuguesas, através do RNOD – Registo Nacional de Objetos Digitais, que agrega metadados de mais de 40 instituições e os difunde para portais internacionais como a Europeana, a Biblioteca Digital do Património Ibero-americano, a Biblioteca Digital Luso-Brasileira, ou a Biblioteca Digital Mundial.
Todos os metadados da BND, tal como do RNOD, são disponibilizados como conjuntos de dados abertos, em vários formatos (RDFXML, JSON e TURTLE), disponíveis através do portal OPENDATA.bnportugal.pt, o que permite a sua reutilização livre.
REFERÊNCIAS:
https://bndigital.bnportugal.gov.pt/
Ao inaugurarmos a Biblioteca Digital da Fundação Biblioteca Nacional, temos em mente que este dispositivo indispensável à nossa contemporaneidade informacional comporta mais cuidados do que aqueles normalmente privilegiados pelas políticas tecnocientíficas da memória. A digitalização do impresso implica, de fato, para além da sua dimensão puramente técnica, o tornar visível de toda uma crise das estruturas culturais tradicionalmente centradas no livro e na leitura individualizada
É que a digitalização parece impor-se no mesmo momento em que se multiplicam outros caminhos técnicos de aquisição de cultura, outros suportes (do cinema ao DVD), geradores de modos de uso bastante diferentes daqueles requeridos pela prática tradicional da leitura do livro. O risco é incorrer por inteiro no paradigma tecno-mercantilista, cujas estratégias estão mais centradas em preencher a base digital com objetos culturais, que são no fundo indiferentes à grande comunidade dos cidadãos. Ou seja, as formas técnicas de apresentação do digital acabam tornando-se mais interessantes do que isto a que estamos habituados a chamar de “cultura” ou de “patrimônio histórico”.
São evidentes as consequências disso tudo. Em primeiro lugar, consolida-se a idéia de “sociedade de informação” como uma redução ao conceito de infraestrutura digital. Esta é socialmente valorizada enquanto inovação tecnológica, portanto, enquanto incremento exponencial da velocidade do acesso, mas, isolada em sua dimensão técnica, pode consolidar o abismo elitista entre a apropriação comunitária dos conteúdos culturais e a enorme oferta propiciada pelo mercado do digital.
Em segundo lugar, o ponto da preservação digitalizada da memória cultural termina ficando dentro do campo estreito dos interesses e dos debates mercadológicos: como resolver os impasses da concorrência empresarial, qual o melhor padrão a ser adotado. Em última análise, o mercado pode transferir para a inovação do digital os velhos dogmas do funcionalismo, que as ciências sociais tomaram de empréstimo às ciências naturais. E tende a deixar esquecida a diversidade das línguas naturais em favor de um algoritmo único, responsável por todos os mecanismos de busca. Este tipo de preocupação está presente em nossa arrancada rumo à digitalização do acervo. A democratização do acesso à memória cultural não deve furtar-se à pesquisa de uma orientação nacional para os mecanismos de busca.
INTERFACE DA BIBLIOTECA NACIONAL DIGITAL
http://bndigital.bn.gov.br/sobre-a-bndigital/apresentacao/
A Biblioteca Nacional Digital faz parte da Fundação Biblioteca Nacional.
A BNDigital disponibiliza apenas documentos em domínio público ou com autorização de publicação do titular do direito autoral, exceto músicas gravadas em discos de 78 rotações que só podem ser acessadas na íntegra no prédio sede da FBN.
MISSÃO
A BNDigital materializa duas das tradicionais missões das bibliotecas nacionais: preservar a memória cultural e proporcionar o amplo acesso às informações contidas em seu acervo.
Ao ser criada, a BNDigital tinha propósitos bem definidos que ainda se mantêm como objetivos de sua existência, são eles:
- Ser fonte de excelência para a informação e a pesquisa;
- Ser veículo disseminador da memória cultural brasileira;
- Proporcionar conteúdo atualizado e de interesse dos usuários;
- Alcançar públicos cada vez maiores, neutralizando as barreiras físicas;
- Atender interesses das diversas audiências (pesquisadores profissionais, estudantes, público “leigo”);
- Preservar a informação através de sua disseminação;
- Preservar os documentos originais evitando o manuseio desnecessário;
- Ajudar instituições parceiras na preservação e acesso à memória documental brasileira;
- Reunir e completar virtualmente coleções e fundos dispersos fisicamente em diversas instituições;
- Aumentar os conteúdos em língua portuguesa disponíveis na web; e
- Replicar para instituições interessadas através de cursos, estágios e treinamentos as tecnologias, normas e padrões adotados na gestão de conteúdos digitais.
REFERÊNCIAS:
http://bndigital.bn.gov.br/
Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin:
" A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) disponibiliza de forma ampla e gratuita um dos mais importantes acervos de documentos sobre o Brasil. São particularmente significativas as coleções de livros de literatura brasileira, história do Brasil e relatos de viajantes, que contam com publicações que vão do século XVI ao início do século XX. Completam o acervo digital mapas, iconografias, obras de referência, folhetos e periódicos. Atualmente, mais de 3.500 títulos estão disponíveis em acesso aberto na BBM Digital. O usuário pode consultar o material no próprio site ou fazer o download das obras.
A BBM Digital está baseada em um conjunto de princípios, em sintonia com o Memorando de intenções promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br. São eles:
O ENSINO DA BIBLIOTECA DIGITAL NOS CURRÍCULOS DE GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA
"A tecnologia tem evoluído a cada hora e a informação tem se multiplicado de forma incontrolável e por meio destes dois crescimentos as bibliotecas digitais têm se expandido muito nos últimos anos, sendo um importante gestor de informação e facilitador da busca pela informação por parte dos usuários. Atualmente, podemos visualizar a tão sonhada biblioteca universal por meio da biblioteca digital, apesar do acesso não ser a todos, por estar disponível apenas àqueles que têm acesso à internet."
"A questão da biblioteca digital é um tema que tem que ser incorporado no currículo da área da ciência da informação, por meio da criação de disciplinas ligadas à geração, organização, interação e comunicação no ensino, mediado pelas novas tecnologias (SARACEVIC; DALBELLO, 2001 apud MÁRDERO; CUNHA, 2004).
Para Drabenstott, Burman e Macedo, (1997, p. 12) o currículo deve conter matéria que aborde os seguintes pontos:
"criação de bases de dados; vídeos; ciências cognitivas para melhor entender como as pessoas aprendem; tornar estudantes melhores administradores e com visão de futuro, embora essa preocupação deva cair com o tempo; subespacialidades na biblioteconomia, no ensino médio, medicina; arquitetura de catálogos etc."
"Márdero e Cunha já em 2004 (p. 2) apresentaram que “apesar do assunto, bibliotecas digitais, ser considerado importante, são poucas as instituições de ensino superior que oferecem disciplinas específicas sobre o tema”. Drabenstott, Burman, Macedo (1997) e Martínez, (2007) escrevem que as disciplinas precisas ser ministradas por bibliotecários e analistas de sistemas, com a integração dos departamentos de engenharia ou ciência da computação para que os alunos possam ver na prática a formação de uma biblioteca digital."
"É indispensável às mudanças no currículo para que assim o curso possa formar bibliotecários não apenas para trabalhar exercendo funções típicas de uma biblioteca tradicional, mas que seja apto a realizar diferentes atividades em ambientes diversificados. E para isso é necessário a abrangência de assuntos, como, geração, organização e uso da informação no currículo (DRABENSTOTT; BURMAN; MACEDO, 1997, p. 12)."
"Segundo a literatura, o primeiro curso oferecido sobre biblioteca digital foi em 1998 na Escola de Comunicação, Informação e Biblioteconomia, da Universidade de Rutgers (SARACEVIC; DALBELLO, 2001)."
Referencias:
CASTRO, Bárbara Olinda de. O ensino da biblioteca digital nos currículos de graduação em Biblioteconomia. 2011. | |
BIBLIOTECA DIGITAL METODOLOGAS DE IMPLANTAÇÃO
O Sistema de Bibliotecas – SIBI-UFBA, formado por uma Biblioteca Central e 27 bibliotecas de unidades de ensino e de órgãos suplementares tem em sua missão promover e disseminar o acesso à informação, apoiando as atividades de ensino, pesquisa e extensão da comunidade universitária, de acordo com as políticas, planos e programas da universidade.
“Nos sistemas informacionais, como nas organizações abertas de modo geral, o processo decisório tem origem na identificação de problemas ou oportunidades, na coleta e análise de dados e informações sobre estes e na conversão dessa informação em ação” (TARAPANOFF, 1995, p. 14).
A metodologia utilizada teve como base os princípios do planejamento estratégico como avaliação dos cenários a fim de verificar a situação atual, as probabilidades de mudanças e as tendências para se alcançar as metas estabelecidas. Com base nessas metas, elaborou-se o projeto “Sistematização para Implantação do Projeto de Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal da Bahia” onde foram definidas as estratégias de implantação pelas 07 bibliotecárias do Grupo de Trabalho constituído através da Portaria Nº 07/04.
Em linhas gerais, a metodologia do trabalho propiciou organização e otimização dos meios para a consecução de suas finalidades (objetivos e metas), contando com a participação da comunidade acadêmica na decisão de um desempenho satisfatório dos resultados
Com o advento da internet e a ascensão das novas tecnologias, o meio digital entra em foco e a popularidade do seu acesso se torna inevitável. Sendo assim, o impresso dá lugar a um formato mais viável, seguro e de fácil acesso, é o formato digital roubando os holofotes.
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| Fonte: https://blog.mapelstore.com.br/nunca-foi-tao-facil-digitalizar-documentos/ |
Ao convertermos um suporte físico para um suporte digital visamos dinamizar o acesso e a disseminação das informações, mediante a visualização instantânea das imagens e multiusuários. Há, portanto, a necessidade de garantir que as informações que são produzidas hoje estejam acessíveis na posteridade, pois se configuram um rico patrimônio humano, fruto de sua produção cultural, social e ou científica. (CUNHA; LIMA, 2007, p. 2).
Como funciona ?
A digitalização tem, inevitavelmente, efeito democratizante, pois implicam maior número de pessoas com acesso às imagens. O processo de digitalização propicia os meios de se codificar digitalmente documentos capturados através de um scanner ou máquina fotográfica digital e disponibilizá-los em forma de imagem ou som para armazenagem, transmissão e recuperação em sistemas computadorizados.
Diversos autores tratam de pontos a serem contemplados em um projeto de digitalização, como: critérios de seleção do material, conversão, controle de qualidade da digitalização, gerenciamento da coleção, disponibilização e armazenamento do acervo digital.
O produto da digitalização, a imagem digital, não substitui legalmente a informação armazenada no suporte original. A digitalização requer basicamente os seguintes equipamentos:
Segundo o guia da Unesco, para arquivos e bibliotecas a digitalização pode ter como principais objetivos:
A UNESCO criou um guia com as diretrizes básicas para os projetos de digitalização em Arquivos e Bibliotecas. Neste guia os autores alertam que é necessário a instituição estabelecer objetivos claros para um projeto de digitalização pois a digitalização é um processo caro, trabalhoso e portanto é necessário que a digitalização possa ter vários usos para o arquivo.
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| Fonte: https://www.elarscan.com/pt/ |
A Preservação da informação em meio digital é outro item de suma importância em um projeto de digitalização. A literatura recomenda cuidados na manutenção desses arquivos criados e armazenados em servidores e dispositivos externos, pois, as mudanças nas mídias eletrônicas fazem com que muitos equipamentos necessitem de atualização constantes. Alguns autores chegam a falar que os dispositivos de armazenamento tornam-se obsoletos em no máximo 5 anos.
Confira a seguir:
Referências: https://slideplayer.com.br/slide/398768/
AMARAL, C. M. G. Diretrizes para a digitalização no Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte. In: ENCONTRO NACIONAL DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 5., 2004.Anais…Disponível:https://cinform-anteriores.ufba.br/v_anais/artigos/cleiamarciagomesamaral.html. Acesso em 31 Mar. 2023..
Andrade, R. S; Lima, J. B; Jambeiro, O. F. Digitalizando a memória de Salvador: nossos presente e passado têm futuro?. Repositório Institucional da UFBA. Disponível em: http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/1943. Acesso em 31 Mar. 2023.
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Referências: Almada, Magda; Santos, Rute Brasil dos , “As bibliotecas digitais como meio de universalização da informação no Sistema de Bibliotecas Universitárias.,” Repositório - FEBAB
REIS, Juliani Menezes dos; ROZADOS, Helen Beatriz Frota. O livro digital: histórico, definições, vantagens e desvantagens. Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (19.: 2016 out. 15-21: Manaus, AM). Anais. Manaus, AM: UFAM, 2016., 2016.
Biblioteca Digital da Unicamp Criada em 2002, a Biblioteca Digital da Unicamp foi uma das pioneiras no Brasil ao disponibilizar seu ac...